Vista parcial da minha cidade natal: Amparo, Estado de São Paulo, Brasil.


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domingo, 14 de dezembro de 2014

Tardígrado ou Urso d’água!

Conhece essa criatura?
Você já ouviu falar do Tardígrado?

Ou então, “Urso d’água”?

Essas criaturinhas são minúsculas, seu comprimento varia de 0,05mm a 1,25mm, eles possuem ao todo 8 patinhas e em cada patinha é possível encontrar de 4 a 8 garrinhas.

Eles vivem no meio de musgos e liquens e possuem uma cor que vai desde o laranja avermelhado até um verde oliva.
Nesses animaizinhos você não vai encontrar nem sistema circulatório e nem um aparelho respiratório, as trocas gasosas podem acontecer aleatoriamente e em qualquer parte do corpo, eles se alimentando sugando o conteúdo celular de algas ou então de bactérias e o mais incrível, podem ser encontrados em qualquer canto do planeta.

Para você ter uma ideia do quão estranho é esse bichinho, a Agência Espacial Europeia, realizou em setembro de 2007 uma experiência. 

 Eles enviaram os Tardígrados para o espaço dentro de uma cápsula espacial! 

 Os bichinhos sobreviveram à radiação ultravioleta, falta de oxigênio, raios cósmicos e, além de conseguir sobreviver, eles ainda tiveram a capacidade de se reproduzir. 

 Eles podem viver até 120 anos, eles são capazes de desligarem o metabolismo deles quando se encontram em algumas situações ruins, como um período de extrema seca, por exemplo, além disso, eles podem reparar o DNA com danos causados pela radiação.

Esse bichinho é capaz de suportar uma pressão de 75 mil atmosferas, sabe o que isso significa? 

 Uma pressão 10 vezes maior do que a pressão que os animais que vivem nas zonas profundas do oceano são capazes de aguentar. 

Eles aguentam ainda ficar imersos durante algum tempo em temperaturas de 200ºC. 

Para você ter uma ideia, se nós fossemos expostos a 100 graus de radiação teríamos falência do sistema nervoso, distúrbios respiratórios, convulsões seguidas do estado de coma, os tardígrados conseguem suportar 5700 graus de radiação. Incrível não é mesmo? 

 Os tardígrados são com certeza os bichinhos mais diferentes que vivem no nosso planeta e ainda tem muito o que estudar sobre esse minúsculos animais capazes de aguentar qualquer coisa.

Assista ao vídeo:


Isto é INCRÍVEL!

sábado, 13 de dezembro de 2014

As melhores capas da National Geographic!



Um pouco da história da National Geographic, 

retratada em suas mais belas e melhores capas!

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

O Caviar!


O caviar autêntico é feito com ovas de esturjão salgadas, encontradas no mar Cáspio.

O esturjão é um peixe enorme que já era conhecido dos gregos e romanos, mas foram
os persas e os russos os primeiros produtores e consumidores de caviar.

Durante a Idade Média na Rússia o caviar era consumido pelas classes mais baixas
como substituto da carne nos feriados e dias de abstinência, como na Semana Santa.

O caviar chegou às mesas de luxo da França depois da Revolução Russa de 1917,
devido à emigração de grande parte da aristocracia russa.

O processo de transformação das ovas não fertilizadas e frescas de esturjão em caviar
de qualidade é complexo e delicado.

As ovas precisam ser retiradas da fêmea ainda viva, imediatamente peneiradas, 
lavadas e escorridas, numa triagem segundo a consistência, tamanho e cor e salgadas 
num tempo máximo de 15 minutos após a extração.

A seguir as ovas são secas e acondicionadas em latas hermeticamente fechadas,
onde ocorre a maturação.

O caviar mais caro é o menos salgado e, portanto, mais perecível.

O valor do caviar também diminui se ele for pasteurizado.

Existem três tipos de caviar, diferenciados pelo tamanho, cor e pela espécie de esturjão:

BELUGA - produzido pelas espécies maiores, é o mais raro e caro. As ovas são cinza 
escuras , firmes e bem separadas. Apesar de maiores, são mais frágeis e, quando se 
rompem, o caviar se torna oleoso.

OSETRA - menor e mais homogêneo, de cor amarelo dourada a marrom, bastante 
oleoso, tem sabor que lembra ostras e é considerado por muitos o melhor.

SEVRUGA - produzido por esturjões de menor tamanho, ovas escuras e pequenas. 
É o mais barato.

O caviar deve ser servido frio mas não congelado, de preferência sobre gelo picado e 
nunca com limão, que altera o sabor.

Existem alternativas deliciosas e baratas ao caviar, como as ovas de salmão.

Segundo os entendidos, o caviar não se mastiga; apenas se comprime com a língua 
contra o céu da boca.

Bom apetite!

(*) Artigo de Nádia Lamas para o jornal "Correio Carioca" - Outubro de 2014

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Primeiro vídeo: 


domingo, 7 de dezembro de 2014

A arte e beleza dos tetos de edifícios!


Uma série de fotos, tomadas de baixo para cima, de cúpulas, abóbodas e figuras 

geométricas em edifícios famosos e outros menos conhecidos, abrangendo três 

continentes e mais de  dois mil anos de  história. 

Conheça-os e admire a arte e a beleza desses desenhos expostos 

em tetos e abóbodas: