Vista parcial da minha cidade natal: Amparo, Estado de São Paulo, Brasil.


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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Crônica: A importância do "não sei"!

Se você ainda não sabe qual é a sua verdadeira vocação, imagine a seguinte cena:
 
Você está olhando pela janela. Não há nada de especial no céu, somente algumas nuvens aqui e ali...
  
Aí chega alguém que também não tem nada para fazer e  pergunta:  
- Será que vai chover hoje??? 
 
Se você responder "com certeza" ... a sua área é Vendas.  
O pessoal de Vendas é o único que sempre tem certeza de tudo;
 
Se a resposta for "sei lá", estou pensando em outra coisa ... então  a sua área é Marketing.
O pessoal de Marketing está sempre pensando no que os outros não estão pensando;
 
Se você responder "sim, há uma boa probabilidade de chover" ... você  é da área de Engenharia.
O pessoal da Engenharia está sempre disposto a transformar o universo em números;
 
Se a resposta for "depende" ... você nasceu para Recursos Humanos.
É uma área em que qualquer fato sempre estará na dependência de outros fatos;
 
Se você responder "ah, a meteorologia disse que não" ... você é da área de Contabilidade.
O pessoal da Contabilidade sempre confia mais nos dados no que nos próprios olhos;
 
Se a resposta for "sei lá, mas por via das dúvidas eu trouxe um guarda-chuva" ... seu lugar é na área Financeira.
Eles devem estar sempre bem preparados para qualquer virada do tempo;
 
Agora,  se  você responder "não sei", há  uma  boa chance de que você tenha uma carreira de sucesso e acabe chegando à diretoria da empresa.

De cada 100 pessoas, só uma tem a coragem de responder "não sei" quando não sabe. Os outros 99 sempre acham que precisam ter uma resposta pronta, seja ela qual for, para qualquer situação.  
"Não sei" é sempre uma resposta que economiza o tempo de todo mundo, e predispõe os envolvidos a conseguir dados mais concretos antes de  tomar uma decisão.
 
Parece simples, mas responder "não sei" é uma das coisas mais difíceis de se aprender na vida corporativa.
 
- Por quê? ... Eu sinceramente "não sei".
 
Autor: MAX GEHRINGER