Vista parcial da minha cidade natal: Amparo, Estado de São Paulo, Brasil.


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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Crônica: A toalhinha!

Uma estação de rádio canadense, daria um prêmio de 1.000 a 5.000 dólares à pessoa que contasse um fato verídico e que tivesse ocasionado um verdadeiro embaraço, daqueles que nos fazem enfiar  a cabeça "chão adentro."      
Esta história, relatada a seguir, recebeu o prêmio máximo, ou seja, 5.000 dólares:

Eu tinha consulta marcada no ginecologista  para essa semana, mas ficaram de avisar-me o dia e a hora corretos.
  
De manhã bem cedo, recebo um telefonema da funcionária do consultório informando que a minha  consulta estava marcada para esse mesmo dia, pela manhã, às 09h30 hs!

Tinha acabado de tratar do desjejum do meu marido e crianças e ia no momento começar a me arrumar.     

Eram precisamente 08:45 hs!

Entrei em pânico, não tinha um minuto a perder.      

Tenho certeza que sou igual a todas as mulheres e que temos muito cuidado e uma particular atenção com nossa higiene pessoal, principalmente quando vamos ao ginecologista mas, desta vez, não daria  tempo de tomar nem ao menos uma rápida ducha.

Subi as escadas correndo, tirei o pijama, agarrei uma toalhinha que estava em cima da borda da banheira, desdobrei-a e molhei-a, passando-a depois, com todo o cuidado, pelas "partes íntimas" para ter a certeza que ficaria o mais limpo possível.      

Joguei a toalhinha no saco da roupa suja, me vesti e "voei" para o consultório.

 Estava na sala de espera há alguns minutos quando me chamaram para fazer o exame.

 Como já sabia do procedimento, deitei-me sem ajuda e tentei, como sempre faço, imaginar-me muito longe dali, num lugar assim como o Caribe, ou em qualquer outro lugar lindo e pelo menos a 10.000 km daquela situação.      

Fiquei muito surpreendida quando o médico ao começar a me examinar, exclamou:   

- "Oh lá, lá! Hoje de manhã você fêz um esforço suplementar para ficar bonita, e ficou realmente muito bonita!"     

Não recebi muito bem o cumprimento, e não respondi.

Fui para casa tranqüila e o resto do dia desenrolou-se normalmente: limpei a casa, cozinhei, tive tempo de ler uma revista, etc.     

Depois da escola, já acabados os seus deveres, a minha filha, de 6 anos, estava preparada para ir brincar, quando gritou do banheiro:      

- "Mamãe! Onde está a minha toalhinha?"  
    
Gritei de volta que tirasse uma do armário.      

Quando me respondeu, juro que o que me passou pela cabeça foi desaparecer da face da terra.

O comentário do médico martelava na minha cabeça sem descanso e minha filhinha me disse só isso:      

- "Não mamãe, eu não quero uma toalhinha do armário; quero mesmo aquela que estava dobrada na borda da banheira.

Foi nela que eu deixei todas as minhas purpurinas e as estrelinhas prateadas e douradas......!"  

Conclusão.....:

SORRIA! ENTÃO...,  A VIDA NÃO É BELA??? 

CLARO QUE É, PRINCIPALMENTE SE TIVER A "DITA CUJA" TODA BRILHANTE E ESTRELADA!!!