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sexta-feira, 18 de julho de 2014

O Benefício da Canela!

Fonte de benzoato de sódio, substância química que pode proteger o cérebro, a canela mostrou-se eficaz quando testada em laboratório.


A canela pode ser uma carta na manga na batalha contra a Doença de Parkinson.

Cientistas descobriram que o tempero é fonte de uma substância química que pode proteger o cérebro.

O nosso fígado converte a canela em benzoato de sódio, uma substância aprovada e usada no tratamento de alterações neuronais.

Num estudo com ratos no Centro Médico da Universidade de Rush (Chicago), uma equipa de pesquisadores observou que a substância quando entra no cérebro interrompe a perda de proteínas que ajudam a proteger as células, protegendo os neurónios e melhorando as funções motoras.

- "Isso poderia ser uma das abordagens mais seguras para deter a progressão da doença nos doentes com Parkinson", diz o professor Kalipada Paha. 

Testes anteriores mostraram que a canela do Sri Lanka, pelo seu grau de pureza, é mais eficaz para travar o avanço da doença.

Experiências em ratos com Doença de Parkinson demonstraram que, após ser consumida, a canela em pó é convertida em benzoato de sódio e ao penetrar no cérebro protege os neurónios e normaliza os níveis de neurotransmissores.

- "A compreensão de como a doença funciona é importante para o desenvolvimento de medicamentos eficazes que protejam o cérebro da progressão do mal de Parkinson", acrescenta o investigador.

A Doença de Parkinson é uma patologia de progressão lenta que afeta uma pequena área de células dentro  do cérebro, conhecida como substantia nigra.

A degeneração celular acaba por provocar uma diminuição do neurotransmissor químico vital -  a Dopamina.

A diminuição da dopamina resulta num ou mais dos sinais clássicos da Doença de Parkinson, que inclui: tremor em repouso, de um lado do corpo; lentidão de movimentos; rigidez dos membros e alterações do equilíbrio.

A origem da doença é desconhecida, mas as causas ambiental e genética têm sido apontadas pelos especialistas.

Embora um em cada seis doentes sejam diagnosticados antes dos 50 anos, é geralmente considerada uma doença que atinge idosos, pois afeta uma em cada 100 pessoas com mais de 60 anos de idade.